– Já não há paciência… para notícias de última hora e crises inconsequentes. Vivemos num ciclo de crises sazonais sem qualquer memória passada, perdidos num presente imediatista e sem soluções concretas para o futuro.
– Detesto… a indiferença da sociedade para com as guerras e para quem com elas mais sofre, especialmente a dos responsáveis políticos que apenas se limitam a fazer declarações redondas, vazias de empatia.
– A ideia… de o Trump poder voltar a ser o próximo presidente dos Estados Unidos é assustadora. Há escolha mais fácil nestas eleições americanas?
– Questiono-me se… algum dia nos conseguiremos entender enquanto Humanidade.
– Adoro…ler, coleccionar livros, ver os livros de bibliotecas alheias. O fascínio e a curiosidade são tais que já me deparei a parar a televisão para conseguir ver quais os livros atrás da pessoa que está a falar. É uma espécie de voyeurismo livreiro.
– Lembro-me tantas vezes… das pessoas que conheci, das coisas que fiz, das que não fiz, e do que quero fazer.
– Desejo secretamente… um dia escrever um livro, mas sobre o quê ainda não sei.
– Tenho saudades… de poder acordar e não ter nada para fazer e daquela sensação de liberdade de quando era criança, no Inverno, poder correr entre a chuva e saltar entre poças de água. Uma memória tão simples, mas tão calorosa.
– O medo que tive… da primeira vez que me apercebi que algum dia irei perder as pessoas que mais amo.
– Sinto vergonha alheia… das discussões rudes nas redes sociais ou nas caixas de comentários de uma qualquer notícia.
– O futuro… é o presente e, infelizmente, o presente é 1984: “the big tech is watching you”.
– Se eu encontrar… a pílula mágica para a vida eterna, destruo-a. Já somos tantos neste planeta sobrelotado. A vida vale porque é finita.
– Prometo… que vou tentar chegar a horas. Não irei ser bem-sucedido, mas prometo sempre tentar.
– Tenho orgulho…nos funcionários públicos deste país, especialmente os profissionais de saúde que muito fazem com tão pouco. Somos uns verdadeiros MacGyvers!